sábado, 8 de fevereiro de 2014

Padre da Diocese de Campina Grande vai para missão na Amazônia

Autor: Márcia Marques - Pascom Diocesana
Data: 06/02/2014


O Pe. Antônio Batista está de partida, no próximo dia 9, para o estado do Amazonas, onde abraça uma nova missão na Prelazia de Lábrea. Ele atuava como pároco na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, localizada na cidade de Prata, PB. O padre despediu-se da sua paróquia no último sábado (2) e se diz feliz e confiante para abraçar o novo rebanho no norte do país.

A missão evangelizadora no estado do Amazonas - e em toda região Norte - é cheia de desafios, devido às longas distâncias entre os povoados e cidades e a falta de estrutura para o deslocamento. Além disso, o choque cultural também é um desafio a ser vencido. Por isso, o Pe. Antônio pediu orações para o êxito em sua nova trajetória. “Peço a todos que rezem por mim nessa minha nova missão, nesse meu ‘sim’ dado a Deus por entender a vontade do Pai para nossas vidas. Assim disse Jesus: ‘Ide e fazei discípulos todos os povos’”, disse o padre emocionado.

A cidade de Lábrea fica a 820 km de Manaus e as cidades que compõem a Prelazia (Lábrea, Canutama, Pauini e Tapauá) são separadas por rios e as viagens entre elas só pode ser feita de barco e chegam a demorar de 2 a 5 dias. O território total é de pouco mais de 231 mil km² (a PB tem cerca de 56 mil e a diocese de Campina Grande não chega a 20 mil km²). O bispo da Prelazia é o espanhol Dom Jesús Moraza, que está na região desde 2004.

Pe. Antônio explica que o chamado acontece a partir do bispo da Prelazia. “O bispo entra em contato com os demais bispos de outras localidades pedindo sacerdotes para ajudar na missão. Dom Delson, ao receber o convite, repassou a todo clero”, explica o religioso. Os padres interessados apresentam seu desejo ao bispo que avalia se é pertinente a sua saída da paróquia e organiza tudo para que haja a substituição do mesmo. A Paróquia da cidade de Prata está agora sob a administração paroquial do Pe. Eude Araújo, que assumiu a função no último dia 2.

Foto: arquivo pessoal

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

É HOJE!!!


Hoje as 19:30 hs celebro a Santa Missa com oração por cura e libertação na Igreja Matriz da Sagrada Família, no bairro Rocha Cavalcante, em Campina Grande/PB. Conto com a sua presença, venha celebrar a Eucaristia, presença real de Jesus que cura, salva e liberta!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Divulgada a Mensagem do Papa para a Quaresma de 2014

mensagem para a Quaresma papa Francisco
A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou nesta terça-feira (4), a Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2014. Confira o texto na íntegra:
Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)
Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d’Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir
Francisco

Papa Francisco é a pessoa mais pesquisada mensalmente no Google: 1.737.300 e o mais mencionado na Internet: mais de 49 milhões!

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Desde que o Papa “do fim do mundo” foi escolhido como o sucessor de Pedro, temos observado como as suas palavras e gestos ocupam as capas de jornais e viram notícia na televisão. Nas redes sociais tornou-se um grande fenômeno.
Ontem, Roma amanheceu com um “grafite” especial na rua Borgo Pio, muito perto da Praça de São Pedro. Francisco retratado como um super-herói que carrega uma pasta onde lê-se “valores”. A “pintura no muro” despertou entusiasmo nas redes sociais e foi comentado todo o dia, tuitada e retuitada.
Esta popularidade se transforma em cifras reais. Um estudo realizado pela sociedade 3rdPlace, em nome da agência católica aleteia.org, apresentado ontem em Roma, indica que o Papa Francisco é a pessoa mais pesquisada mensalmente no Google (1.737.300) e também, é o mais mencionado na rede (mais de 49 milhões), comparado com alguns dos líderes mais importantes do planeta em 2013, como Barack Obama (1,5 milhões de buscas e 38 milhões Google menções), Vladimir Putin ou (246 mil buscas no Google e 8 milhões de menções).
O relatório intitulado “A rede ama o Papa Francisco”, foi realizado entre março e novembro de 2013. O estudo revela que no ranking mundial de buscas através do Google, o Papa está em primeiro lugar (1.737.300), imediatamente atrás está Barack Obama (1.500.000) e Ed Snowden (673.000).
Além disso, de acordo com a análise dos resultados das “menções online” o Papa Francisco atinge 49 milhões, à frente de Obama com 38 milhões; Putin 8 milhões; Angela Merkel, com 3,8 milhões.
Mas, considerando a popularidade na rede em relação a estrelas do esporte, entretenimento e do mundo dos negócios, a situação muda. Neste caso, o Papa estaria em terceiro: 49 milhões de menções, atrás do grupo de música One Direction, com 78 milhões, e do cantor Justin Bieber, com 53 milhões.
Outra análise realizada foi a geográfica: os países onde o Papa é mais mencionado. Descobriu-se que em primeiro lugar estão os Estados Unidos (21 por cento do total de menções), em seguida, a Argentina (12 por cento), Espanha (9 por cento), México (5 por cento) e Brasil (3 por cento).
E toda essa popularidade leva a feitos como a última capa da revista Rolling Stone, dedicada à música e cultura popular. A publicação pop, nas bancas desde 1967 e vendida quinzenalmente, apresenta na capa de sua próxima edição o Papa Francisco, acompanhado da frase “Papa Francisco: os tempos estão mudando”, fazendo referência ao título da canção de Bob Dylan: “The times they are a-changin”.(veja acima) 
No editorial da revista, eles explicam por que escolheram como capa desta edição o pontífice argentino. O editor Mark Binelli define Francisco como “um homem cuja aparente humildade, empatia, e acima de tudo, a devoção pelos economicamente desfavorecidos mostra alguém perfeitamente adequado ao nosso tempo”.
É necessário destacar o grande contraste expresso na revista entre a popularidade do Papa Francisco e as duras e superficiais críticas em relação ao Papa emérito. No artigo citado, o importante trabalho que Bento XVI desenvolveu por anos à frente da Igreja não é reconhecido. “Depois do papado desastroso de Bento, um tradicionalista convicto que parecia estar vestido com uma camisa listrada com luvas de dedos de facas, ameaçando adolescentes em seus pesadelos, o domínio básico de Francisco com habilidade para sorrir em público parece um pequeno milagre para o meio Católico".
Sobre este argumento, o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, falou que “o artigo da Rolling Stone é um sinal da atenção que a novidade do Papa desperta nos mais diversos ambientes. Lamentavelmente, o artigo desqualifica-se caindo no erro comum do jornalismo superficial, que para destacar aspectos positivos do Papa Francisco acredita ser necessário descrever negativamente o pontificado do Papa Bento. E faz isso com uma surpreendente grosseria. Lastimável. Este não é o caminho para realizar um bom trabalho, nem mesmo ao Papa Francisco, que sabe muito bem o quanto a Igreja deve ao seu antecessor”.
Por Rocio Lancho García, Zenit

sábado, 1 de fevereiro de 2014

PE. ANTÔNIO SE DESPEDE DA PARÓQUIA DA CIDADE DE PRATA, QUE JÁ ACOLHE O PE. EUDE



Pe. Eude Araújo será o novo Administrador Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, na cidade de Prata. A posse será neste sábado, dia 1º de fevereiro, com missa na Igreja Matriz. O Pe. Antônio Batista está de partida, no próximo dia 9, para o estado do Amazonas, onde abraça uma nova missão na Prelazia de Lábria.

A missão evangelizadora no estado do Amazonas - e em toda região amazônica - é cheia de desafios, devido às longas distâncias entre os povoados e cidades e a falta de estrutura para o deslocamento. Além disso, o choque cultural também é um desafio a ser vencido. Por isso, o Pe. Antônio pediu orações para o êxito em sua nova trajetória. “Peço a todos que rezem por mim nessa minha nova missão, nesse meu ‘sim’ dado a Deus por entender a vontade do Pai para nossas vidas. Assim disse Jesus: ‘Ide e fazei discípulos todos os povos’”, disse o padre em tom animador.

O Pe. Eude Araújo deixa a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Sumé), onde era Vigário, para assumir a Paróquia de Prata. “O chamado que o Senhor dirigiu-me anos atrás foi para servir. Alegra-me servir. Fortalece-me servir onde, quando e como o Senhor desejar. Hoje Ele me pede para pastorear estes novos paroquianos e, se esta é a Sua vontade, apenas respondo: aqui estou, envia-me”, disse Pe. Eude. Ele aproveitou para agradecer a todo povo de Sumé pela acolhida e aprendizado. “Levo em minha bagagem a acolhida de todos os sumeenses que, em suas expressões de fé nos mais diversos campos de evangelização, possibilitaram-me esboçar e, em parte, executar um plano pastoral à luz da caminhada pastoral de nossa diocese. Ao Pe. Haroldo e aos fiéis, minha gratidão”, concluiu.

Pascom Diocesana

Minha visita a comunidade do Timor Leste em Campina Grande/PB







Vivemos um belo momento celebrativo com os amigos do Timor Leste que vivem, estudam e trabalham aqui em Campina Grande!

Basílica com 1500 anos descoberta sob as águas do Lago Iznik, numa província ocidental da Turquia

Uma igreja que remonta ao ano 500 dC foi descoberta sob as águas do Lago Iznik, na província de Bursa, na Turquia.
basilica
O professor Mustafa Sahin do departamento de Arqueologia da Universidade Uludag Bursa disse que os primeiros vestígios da igreja foram vistos pela primeira vez a 20 metros margem do lago, próximo de uma artéria da cidade e que desde essa altura se tem vindo a realizar escavações para obter mais informações sobre este antigo templo.
Especialistas no período bizantino ainda estão a realizar algumas investigações arquivísticas para perceberem de que igreja efetivamente se trata.
Neste momento apenas colocam como hipótese de estes vestígios estruturais serem as ruínas da basílica de St. Peters Church, que foi mencionada em alguns livros cristãos.” disse Mustafa Sahin.
Não se sabe exatamente quando a igreja foi construída, mas os arqueólogos colocam como hipótese cronológica as proximidades do ano 500 dC. Os detalhes da igreja serão dadas a conhecer dentro em pouco tempo, assim como os resultados das investigações até ao momento efetuadas. En.Haberler.com