segunda-feira, 7 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
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Rainha Elizabeth II encontra com o Papa Francisco no Vaticano
Rainha, de 87 anos, chegou com o marido de 92 e foi aclamada pelo povo.
Ambas as partes buscavam encontro informal e familiar, diz porta-voz.
Da AFP
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A Rainha Elizabeth II da Inglaterra encontrou pela primeira vez com o papa argentino Francisco nesta quinta-feira (3) no Vaticano. Ela chegou ao local às 15h15 (10H15 de Brasília).
A rainha, de 87 anos, que estava acompanhada pelo marido, o duque de Edimburgo, de 92 anos, foi aclamada por um grupo que aguardava sua passagem na Avenida da Conciliação, que dá acesso à praça de São Pedro.
A soberana foi recebida com o marido em um salão anexo da moderna sala de audiências Paulo VI, e não no luxuoso palácio apostólico.
O protocolo para a reunião entre os dois chefes de Estado foi flexibilizado em função da idade do casal real britânico. "A vontade de ambas as partes foi de um encontro informal, familiar", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
A visita da rainha ao Vaticano coincide com o 32º aniversário do início da guerra das Malvinas entre Reino Unido e Argentina. O embaixador britânico na Santa Sé, Nigel Baker, descartou indiretamente que o assunto tenha sido incluído na agenda e recordou que o Vaticano mantém, historicamente, a neutralidade sobre o tema.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Papa Francisco realizará canonização de José de Anchieta amanhã
O Papa Francisco transferiu para esta quinta-feira (3) a assinatura do decreto em que proclama santo o padre José de Anchieta, informou a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) hoje.
A canonização estava marcada para às 12h (9h, horário de Brasília). A CNBB informou que está em contato com o Vaticano para verificar o motivo da transferência.
São 417 anos de espera para que o padre José de Anchieta seja finalmente declarado santo pelo Vaticano. O reconhecimento porá fim a um dos mais longos processos de canonização da história, que começou em 1597, ano de sua morte.
Para assinar o decreto que transformará o religioso em santo, o Papa Francisco vai abrir mão da comprovação dos milagres. Tradicionalmente, são necessários pelo menos dois para que alguém seja declarado santo - um para a beatificação, outro para a canonização. Anchieta não tem nenhum.
"Em vida ele conseguiu vários, mas após sua morte são inúmeros os milagres e as graças atribuídas por sua intercessão", afirma o padre César Augusto, vice-postulador da causa que atuou como uma espécie de advogado de defesa da canonização.
Padre Augusto explica, porém, que obstáculos como a falta de exames médicos dificultavam a comprovação desses feitos - para que os milagres sejam reconhecidos, é preciso provar que não existe explicação científica para o fenômeno.
No Brasil, pelo menos três milagres atribuídos a Anchieta eram acompanhados pela Igreja Católica, mas a dificuldade em comprová-los levou a uma mudança de estratégia. A alternativa foi investir na amplitude da devoção e provar que Anchieta já tinha seguidores e fiéis. Deu certo.
"Podemos assegurar, com nomes e endereços, que Anchieta possui mais de cinquenta devotos e multiplicadores de sua causa em cada Estado, sem falarmos da forte devoção nas Ilhas Canárias", afirma padre Augusto.
terça-feira, 1 de abril de 2014
A Santa Sé aprovou os Estatutos do Movimento da Legião de Maria
Entregue esta manhã o decreto do Pontifício Conselho para os Leigos pelo qual a realidade da Igreja, nascida em 1921 na Irlanda , é reconhecida" associação internacional de fiéis ".
ROMA, 27 de Março de 2014 (Zenit.org) - A Santa Sé aprovou os Estatutos da Legio Mariae. Esta manhã, na sede do Pontifício Conselho para os Leigos, mons. Josef Clemens, secretário do dicastério, entregou o decreto pelo qual a realidade eclesial é reconhecida como associação internacional de fieis.
Nascida em 1921, em Dublin, na Irlanda, por iniciativa de um grupo de poucas pessoas, sob a liderança de Frank Duff, um funcionário do Ministério das Finanças e, em seguida, do ministro da Defesa Irlandês, a histórica associação se espalhou por todo o mundo por meio da formação de milhares de grupos em todos os Continentes.
A identidade da Legio Mariae está profundamente enraizada na espiritualidade mariana e na confiança ao Espírito Santo, que é apresentado aos membros como objetivos prioritários, juntamente com a sua própria santificação e a participação na missão evangelizadora da Igreja. Tudo por meio do compromisso com vários apostolados e serviços aos pobres e aos que sofrem e àqueles que estão distantes da fé.
Em seu discurso - informa à Rádio Vaticano - Mons. Clemens destacou que a Legio Mariae é “um sinal tangível de como o espírito missionário dos leigos, muitas vezes vivido juntamente com os compromissos diários na família e no trabalho, pode estar de mãos dadas com uma profunda compreensão da chamada à santidade recebida por meio do Batismo”.
"Toda a história da Legião - disse o prelado - é um maravilhoso testemunho de fé: a fé na onipotência de Deus, fé no poder da oração a Maria". E mostra como "as orações a Maria proferidas com fé sempre foram respondidas".
Um aspecto, que é ainda mais notável se nos lembrarmos das "origens humildes" da Legião: "Em 1921, Frank Duff – disse Clemens – teve a intuição de formar um exército espiritual de servos devotos dedicados à Virgem Maria, levando Maria ao mundo e por meio dela a Jesus”. “Foi uma verdadeira intuição profética”, concluiu, além de “um testemunho vivo de como Deus pode trabalhar através de corações humildes". (Sc/Trad.TS)
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