quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Beato Papa João Paulo II e a Oração em Línguas!


O Dom de Línguas: A Glossolalia


O dom de línguas é um fenômeno bastante normal para as pessoas envolvidas na Renovação Carismática. Mas as pessoas que têm contato com este tipo de oração pela primeira vez podem sentir-se desapontadas, já que algo como a glossolalia parece estranho para eles. São Paulo advertiu os Coríntios que isto poderia acontecer.
“Se, pois, numa assembleia da igreja inteira todos falarem em línguas, e se entrarem homens simples ou infiéis, não dirão que estais loucos?” (I Coríntos 14, 23).
E esta advertência vem a partir da experiência. Os apóstolos falando em línguas no dia de Pentecostes foram objetos de gozação. “Outros, porém, escarnecendo, diziam: “Estão todos embriagados de vinho doce” (Atos 2, 13).
Aqueles que falam em línguas podem ser acusados de serem fanáticos ou mentalmente desequilibrados. Tal acusação pode atingir todas as pessoas que estejam profundamente envolvidas em oração, o que é notável a partir da imaginação convencional de oração. E o exemplo do Rei Davi prova isto. A filha de Saul, que olhava-o pela janela, viu que o Rei saltava e dançava em frente à Arca da Aliança, e desprezou-o em seu coração (I Crônicas 15, 29).
No entanto, é necessário declarar que o falar em línguas foi prometido por Jesus antes de Sua Ascensão.
“Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas”. (Marcos 16, 17).
Portanto, não há nada estranho em usar este carisma. O problema parece surgir entre as pessoas que não conhecem o ensinamento bíblico sobre este dom.
É necessário ressaltar que há três tipos de oração em línguas mencionados na Bíblia:
1. A Profecia em línguas acontece quando uma pessoa fala em um idioma desconhecido e o resto dos participantes permanece em silêncio. Tal profecia dá frutos se outra pessoa tem o dom de interpretação e explica o que foi dito.
“Ora, desejo que todos faleis em línguas, porém muito mais desejo que profetizeis. Maior é quem profetiza do que quem fala em línguas, a não ser que este as interprete, para que a assembleia receba edificação. Suponhamos, irmãos, que eu fosse ter convosco falando em línguas, de que vos aproveitaria, se minha palavra não vos desse revelação, nem ciência, nem profecia ou doutrina? (I Coríntios 14, 5-6).
2. Após receber o Espírito Santo, os Apóstolos estavam falando em línguas que não conheciam antes e estas línguas eram compreensíveis para os Judeus de diferentes nações que vieram para Jerusalém para a festa (ver Atos 2, 4-13). Estas pessoas ficaram admiradas em ouvir sobre os “prodígios de Deus” em suas próprias línguas. Portanto, este tipo de dom de línguas é um sinal para aqueles que não acreditam.
3. Adoração espontânea do Senhor após receber o Espírito Santo (Atos 10, 44-46; 19, 1-7). Durante esta oração, muitas pessoas falam em línguas ou cantam em línguas simultaneamente e este é o verdadeiro dom da glossolalia.
Este dom é hoje em dia bastante comum em grupos de oração carismáticos. Seu uso mais frequente acontece quando todos estão adorando a Deus juntos. As pessoas rezam simultaneamente em suas próprias palavras, em línguas e em canções. Pode-se dizer que a glorificação zelosa ao Senhor foi renovada na Igreja pela Renovação Carismática e é uma contribuição muito importante ao jorrar de graças na Igreja contemporânea. O dom de línguas é também como um “quebra-gelo” em nosso contato pessoal com o Senhor, o que pode ser difícil quando uma pessoa está focada em si mesma e em seus problemas. Adorar a Deus concentra as pessoas na pessoa do Senhor e as abre para os próximos carismas que podem aparecer durante o Grupo de Oração.

O dom da glossolalia se faz presente durante a invocação do Espírito Santo e durante intercessões. Mas observa-se também que enquanto as pessoas estão glorificando o Senhor, elas geralmente cantam. Este carisma é muito usado durante intercessões, que é também um dos tipos característicos de ministério na Renovação Carismática. Muitas vezes, pessoas rezando por outras sentem que os pedidos que estas fizeram não são necessariamente aqueles que elas mais precisam. As pessoas que rezam por outras pessoas geralmente não sabem o que pedir, portanto, rezam em línguas. Então, de acordo com a Palavra de Deus (Romanos 8, 26-27), o Espírito “vem em auxílio à nossa fraqueza... E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos, segundo Deus”. Algumas vezes o Espírito Santo revela, durante a oração em línguas, qual é o verdadeiro problema da pessoa que está recebendo a oração. O entendimento pode então ser proclamado como o dom do conhecimento. Algumas vezes o Espírito Santo entende o que as pessoas, fazendo a oração, estão pedindo e responde.
Resumindo, o dom de línguas é uma forma sobrenatural de comunicação com Deus através do Espírito Santo, que é o doador deste carisma. A glossolalia edifica a oração quando as pessoas se congregam no mesmo lugar para encontrar-se com Deus. Usada quando se está glorificando o Senhor, abre para outros carismas e une as pessoas no mesmo Espírito. Mas também edifica pessoas isoladamente, porque este dom pode ser usado durante nossas orações pessoais. “Aquele que fala em línguas, edifica-se a sim mesmo; mas o que profetiza, edifica a assembleia”. (I Coríntios 14, 4).
Podemos usar este carisma quando sentimos grande entusiasmo e queremos glorificar a Deus, mas nossa mente não consegue “produzir” as palavras adequadas para expressar nossos sentimentos. O dom de línguas é muito usado em tais ocasiões porque não bloqueia nosso entusiasmo. Mas é também bom lembrar que este dom não controla a pessoa, mas é a pessoa que controla o dom e pode fazer uso dele quando bem entender. Esta regra se aplica também ao dom da glossolalia. Por isso, o dom de línguas não deve ser considerado como um tipo de êxtase.

Papa Francisco diz que aborto significa “descartar seres humanos”.



Folha de São Paulo – O Papa Francisco criticou nesta segunda-feira o aborto, que qualificou como “prova da cultura do descartável que desperdiça pessoas da mesma forma que desperdiça comida”. Para o pontífice, a interrupção voluntária da gravidez é “horrível”.
Esta foi a condenação mais incisiva ao aborto feita por Francisco desde sua eleição, em março de 2013. Tido como mais liberal em alguns aspectos, como a participação da mulher e o casamento homossexual, a frase foi um aceno a setores mais conservadores da Igreja Católica.
Em discurso anual a diplomatas, o pontífice comentava sobre a fome como um dos aspectos do que chama de “cultura do descartável”. “Lamentavelmente, não são objetos de descarte apenas os alimentos ou supérfluos, mas também os próprios seres humanos, que vem sendo descartados como coisas não necessárias”.
Para ele, essa cultura também afeta as crianças que não nasceram ainda, em referência à interrupção da gravidez. “Por exemplo, é horrível quando você pensa que há crianças, vítimas do aborto, que nunca verão a luz do dia”.
Francisco nunca deu sinais de que reveria a condenação da Igreja ao aborto, mas tampouco vinha fazendo as duras e frequentes recriminações contra essa prática que caracterizavam seus antecessores João Paulo 2º e Bento 16.
Em entrevista à revista jesuíta italiana Civiltá Cattolica, em setembro, o papa alarmou os conservadores ao dizer que a Igreja precisava se livrar da sua “obsessão” a temas polêmicos como aborto, contracepção e homossexualidade.
Há dois meses, ele se mostrou contrário à interrupção da gravidez em sua primeira exortação apostólica, mas defendeu que a Igreja Católica desse apoio às mulheres atingidas em países mais pobres, como os africanos, asiáticos e latino-americanos.
A posição de pontífice de favorecer a misericórdia em lugar da condenação desorientou muitos católicos conservadores, especialmente em países ricos, com os EUA, onde a Igreja está polarizada em torno de assuntos comportamentais.
No ano passado, o bispo de Providence (Rhode Island), Thomas J. Tobin, se disse frustrado pelo fato de o papa não ter tratado mais diretamente “do mal do aborto”. Críticas nesse sentido vinham sendo ecoadas por sites católicos conservadores nos últimos meses.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Papa Francisco anuncia 19 novos cardeais, um deles brasileiro

Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio, vai ser nomeado em fevereiro.

Anúncio foi feito durante o Angelus, neste domingo (12), no Vaticano.

O Papa Francisco durante o Angelus, neste domingo (12), no Vaticano (Foto: Reprodução)O Papa Francisco durante o Angelus, neste domingo (12), no Vaticano (Foto: Reprodução)
O Papa Francisco anunciou neste domingo (12) a criação do brasileiro Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, como cardeal.
Durante a cerimônia do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano, Francisco anunciou que vai nomear 19 novos cardeais em 22 de fevereiro, no primeiro consistório (reunião de cardeais) de seu pontificado.
Os novos cardeais são dos seguintes países, além do Brasil: Itália, Alemanha, Reino Unido, Nicarágua, Canadá, Costa do Marfim, Argentina, Coreia do Sul, Chile, Burkina Faso, Filipinas, Haiti, Espanha e Santa Lúcia.
É a primeira lista de nomeados ao Colégio Cardinalício feita por Francisco em quase um ano de pontificado.
Dos 19 anunciados, 16 têm menos de 80 anos e poderão votar no Conclave que elegerá o sucessor do atual Papa.
Após anunciar o nome do brasileiro Dom Orani, diante da multidão reunida na Praça, Francisco parou a leitura e fez um comentário: "São tantos brasileiros, não?"
Leia a relação dos novos cardeais eleitores anunciados pelo Papa neste domingo:
1 – Mons. Pietro Parolin, arcebispo titular de Acquapendente, Itália, secretário de Estado.
2 – Mons. Lorenzo Baldisseri, arcebispo titular de Diocleziana, Itália, secretário geral do Sínodo dos Bispos.
3 - Mons. Gerhard Ludwig Műller, arcebispo-bispo emérito de Regensburg, Alemanha, prefeito da congregação da doutrina da fé.
4 – Mons. Beniamino Stella, arcebispo titular de Midila, Itália, prefeito da Congregação para o Clero.
5 – Mons. Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, Grã-Bretanha.
6 – Mons. Leopoldo José Brenes Solórzano, arcebispo de Manágua, na Nicarágua.
7 – Mons. Gérald Cyprien Lacroix, arcebispo de Québec, no Canadá.
8 – Mons. Jean-Pierre Kutwa, arcebispo de Abidjan, na Costa do Marfim.
9 – Mons. Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, Brasil.
10 – Mons. Gualtiero Bassetti, arcebispo de Perugia-Città della Pieve, Itália.
11 – Mons. Mario Aurelio Poli, arcebispo de Buenos Aires, na Argentina.
12 – Mons. Andrew Yeom Soo jung, arcebispo de Seul, na Coreia do Sul.
13 – Mons. Ricardo Ezzati Andrello, aecebispo de Santiago do Chile.
14 – Mons. Philippe Nakellentuba Ouédraogo, arcebispo de Ouagadougou, Burkina Faso.
15 – Mons. Orlando B. Quevedo, arcebispo de Cotabato, nas Filipinas.
16 – Mons. Chibly Langlois, bispo de Les Cayes, no Haiti.
Os três não-eleitores são:
1 – Mons. Loris Francesco Capovilla, arcebispo titular de Mesembria, Itália.
2 – Mons. Fernando Sebastián Aguilar, arcebispo emérito de Pamplona, Espanha.
3 – Mons. Kelvin Edward Felix, arcebispo emérito de Castries, Santa Lúcia.
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Arte Dom Orani (Foto: G1)
Consistório
O pontífice argentino vai reunir em consistório os cardeais do mundo inteiro em 22 de fevereiro, quando os anunciados neste domingo receberão o título, o capelo e o anel.
O Papa também anunciou que, antes da cerimônia de 22 de fevereiro, reunirá o Colégio Cardinalício nos dois dias anteriores para "debater o tema da família".
O último consistório para a criação de cardeais remonta a novembro de 2012.
O então Papa e hoje Papa Emérito Bento XVI promoveu seis prelados não europeus, para corrigir a tendência manifestada nove meses antes com a criação de 12 cardeais europeus com menos de 80 anos de um total de 18.
122 eleitores
Considerados os "senadores" ou "príncipes" da Igreja Católica, os cardeais têm a função de auxiliar o Papa em suas decisões, assumindo por vezes cargos na Cúria Romana, a aministração da Igreja.
Eles também participam, até completarem 80 anos, do Conclave, reunião secreta cujo objetivo é escolher um novo Papa quando o pontífice que está no cargo morre ou renuncia.
Com as nomeações deste domingo, o número de cardeais eleitores passará a 122, superando o máximo de 120 que participa de um Conclave, mas dez deles completarão 80 anos em 2014.
O conclave no qual Francisco foi eleito Papa, em 13 de março do ano passado, era formado por 69 cardeais da Europa, 19 das Américas, 11 da África e 10 da Ásia.
A presença de nomes de países em desenvolvimento reforça a tendência, demonstrada por Francisco, de fazer um pontificado mais voltado aos pobres.
Atualmente, o Brasil tem 9 cardeais, segundo o site do Vaticano.
São quatro eleitores (Dom Raymundo Damasceno Assis, Dom João Braz de Aviz, Dom Cláudio Hummes e Dom Odilo Pedro Scherer) e cinco não-eleitores (Dom Geraldo Majella Agnelo, Dom Serafim Fernandes de Araújo, Dom Paulo Evaristo Arns, Dom José Freire Falcão e Dom Eusébio Oscar Scheid.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

IRMÃS MISSIONÁRIAS DE SANTA TERESINHA







Nesta última quinta-feira (9), estive visitando pela primeira vez a Comunidade Religiosa das Missionárias de Santa Teresinha que moram na Comunidade Rural do Estreito em Campina Grande/PB. Seu carisma é viver e divulgar a alegria do Evangelho. Sua receptividade foi marcante e daí saímos com a promessa de retornar mensalmente para celebrar a Eucaristia.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Papa anuncia sua primeira visita à Terra Santa


O Papa Francisco anunciou neste domingo que viajará para Israel, Cisjordânia e Jordânia entre os dias 24 e 26 de maio. Será sua primeira visita à Terra Santa e vai acontecer em meio às novas tentativas dos Estados Unidos de fechar um acordo de paz entre Israel e os palestinos.
Francisco disse às pessoas, que estavam reunidas sob a chuva para receber sua bênção de domingo, que fará uma viagem de três dias a Amã, Belém e Jerusalém. Trata-se da única viagem confirmada até agora para 2014 e a segunda viagem estrangeira do pontificado de Francisco, que esteve no Brasil em 2013 para a Jornada Mundial da Juventude.
O principal objetivo de Francisco é celebrar o 50º aniversário do encontro histórico realizado em Jerusalém entre o Papa Paulo VI e o então líder os cristãos ortodoxos, o patriarca Atengoras. Francisco vai se encontrar com o atual patriarca, Bartolomeu. Segundo o Papa, eles celebrarão juntos uma missa na igreja do Santo Sepulcro, onde acredita-se que Jesus tenha sido enterrado.
Mas a visita também vai destacar as relações próximas de Francisco com a comunidade judaica e o antigo pedido do Vaticano para que a paz entre Israel e os palestinos seja estabelecida.
O jesuíta argentino será o quatro papa a visitar a Terra Santa: Paulo VI esteve no local em 1964, João Paulo II em 2000 e Bento XVI em 2009. 
Fonte: Associated Press. 

Para iniciar a semana, o mês e o ano... MEU DEUS COMO ÉS LINDO!