sexta-feira, 21 de março de 2014

Papa Francisco dedicará uma audiência exclusiva a surdos e cegos

© DR


Segundo Jacob Badde, membro de uma comunidade de pessoas com deficiência auditiva, Francisco é o primeiro papa que convida surdos e cegos para uma audiência exclusiva no Vaticano. O encontro será realizado no dia 29 de março, na Sala Paulo VI.

“Estou muito contente ao ver que o Papa torna nosso mundo público por meio de uma audiência, pela primeira vez dedicada a pessoas como nós – confirmou Jacob, em entrevista à CNA. Temos um grave impedimento físico e a maior parte das pessoas não sabe o que isso significa para nós.”
Filho do vaticanista Paul Badde, ex-correspondente em Roma do jornal alemão “Die Welt”, Jacob é um dos membros da comunidade de pessoas surdas que participará do encontro com o Pontífice.
Jacob explicou que este é um fato sem precedentes. “Certamente, outros papas já convidaram pessoas surdas, mas é a primeira vez que o evento é organizado especialmente para nós”, explicou.
Ele acrescentou: “O Papa Francisco nos convidou para uma audiência em Roma, o centro da Igreja, e estamos ansiosos por chegar a este momento”.
Sobre a importância de um encontro desse tipo para a comunidade de cegos e surdos, Jacob sublinhou que “todos nós levamos uma vida repleta de alegrias e dores, e nos comunicamos constantemente entre nós. É por isso que o encontro com o Papa tem uma grande importância.
Falando de suas expectativas pessoais, Jacob expressou a esperança de que “possamos desenvolver uma relação pessoal com o Sucessor de Pedro, por meio deste encontro”.
“Quando eu era pequeno, fui com meu pai a Fulda, para ver o Papa João Paulo II, que me abençoou e beijou meus ouvidos”, recordou, acrescentando que “seria bonito que o Papa Francisco pudesse ajudar a mudar positivamente a vida de todos os surdos”.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Criada a Paróquia de São José, em Parari/PB

Foi criada a mais nova paróquia na diocese de Campina Grande! A cidade de Parari agora conta com a Paróquia de São José, que já chegou sob as bênçãos de seu padroeiro, com uma grande chuva!




A celebração aconteceu na tarde deste dia 19 de março e contou com a presidência do bispo diocesano, Dom Manoel Delson, e vários padres concelebrantes.

Tamanha foi a alegria, que nem a falta de energia elétrica atrapalhou as festividades!

Fotos: Pascom Diocesana


Por que a CRUZ é sinal do CRISTÃO?

Algumas pessoas não católicas dizem que a cruz é um símbolo pagão e que não deve ser usada. Mas esta afirmação não está de acordo com o que a Igreja Católica sempre viveu e ensinou desde os seus primórdios e também não concorda com os textos bíblicos, que louvam e exaltam a Cruz de Cristo. Senão vejamos:
Mt 10, 38 – Jesus disse: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim”.
Mt 16, 24 – “Em seguida, Jesus disse a seus discípulos: Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”.
Lc 14, 27 –“E quem não carrega a sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo”.
Gl 2, 19 – “Na realidade, pela fé eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou pregado à cruz de Cristo”.
Gl 6, 12.14 – “Quanto a mim, não pretendo, jamais, gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”.
1Cor 1,18: “A linguagem da Cruz… para aqueles que se salvam, para nós, é poder  de Deus”.
1Cor 1, 17: “… anunciar o  Evangelho, sem recorrer à sabedoria da linguagem, a fim de que não se torne inútil a Cruz de Cristo”.
Quando o imperador Constantino o Grande, enfrentou seu rival Maxêncio sobre a ponte Milvia, próximo do ano 300,  viu nos céus uma cruz luminosa acompanhada dos dizeres: “In hoc signo vinces!” (Por este sinal vencerás). Constantino, então, colocou a sua pessoa e o seu exército sob a proteção do sinal da cruz e venceu Maxêncio, tornando-se imperador supremo de Roma, proibindo em seguida a perseguição aos cristãos pelo Edito de Milão, em 313.
O símbolo resultante da sobreposição das letras gregas X e P, iniciais de Cristo em grego, lembrava Cristo e a Cruz e foi representado no estandarte de Constantino. No fim do século IV, tomou a forma que lembrava a Cruz.
Após a conversão de  Constantino († 337) a cruz deixou de ser usada para o suplício dos condenados e tornou-se  o símbolo da vitória de Cristo e o sinal dos cristãos, como mostra de muitas maneiras a arte, a Liturgia, a piedade particular e a literatura cristã. A cruz tornou-se, então, sinal da Paixão vitoriosa do Senhor. Conscientes deste seu valor, os cristãos ornamentavam a cruz com palmas e pedras preciosas.
Os Padres da Igreja como Tertuliano de Cartago e Hipólito de Roma, já nos séculos II e III, afirmavam que os cristãos se benziam com o sinal da Cruz. Os mártires tomavam a cruz antes de enfrentar a morte e os santos não se separavam da cruz. As Atas dos Mártires mostra isso.
No entanto, muito antes de Constantino, Tertuliano (†202) já escrevera: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas  as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa o sinal da Cruz” (De corona militis 3)*.
S. Hipólito de Roma († 235), descrevendo as práticas dos cristãos do século III, escreveu: “Marcai com respeito as vossas cabeças com o sinal da Cruz. Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e protege contra o diabo, se é feito com fé, não por ostentação, mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor. É um sinal como outrora foi o Cordeiro verdadeiro; ao fazer o sinal da  Cruz na fronte e sobre os olhos, rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” (Tradição dos Apóstolos 42)*.
No  Novo Testamento a Cruz é símbolo da virtude da penitência, domínio das paixões desregradas e do sofrer por amor de Cristo e da Igreja pelas salvação do mundo. Seria preciso apagar muitos versículos do Novo Testamento para dizer que a Cruz é um símbolo introduzido no século IV na vida dos cristãos. O sinal da Cruz é o sinal dos cristãos ou o sinal do Deus vivo, de que fala Ap 7, 2, fazendo eco a Ez 9,4: “Um anjo gritou em alta voz aos quatro Anjos que haviam sido encarregados de fazer mal à terra e ao mar: “Não danifiqueis a terra, o mar e as árvores, até que tenhamos marcado a fronte dos servos do nosso Deus”.
São Clemente de Alexandria, no século III, chamava a letra T (tau), símbolo da cruz, de “figura do sinal do Senhor” (Stromateis VI 11)*.
Por tudo isso, a vivência e a iconografia dos cristãos, desde o século I, deram à cruz sagrada um lugar especial entre as expressões da fé cristã. Daí podemos ver que é totalmente errônea a teoria de que a Cruz é um símbolo pagão introduzido por influência do paganismo na Igreja e destinado a ser eliminado do uso dos cristãos. Rejeitar a  Cruz de Cristo é o mesmo que rejeitar o símbolo da Redenção e da esperança dos cristãos.
* Este artigo foi baseado no de Dom Estevão Bettencourt, da revista “Pergunte e Responderemos”, Nº 351 – Ano 1991 – Pág. 364.
Prof. Felipe Aquino

quarta-feira, 19 de março de 2014

SOLENIDADE DE SÃO JOSÉ

“Sede perfeitos, como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt. 5, 48). O ideal, pois, da santidade pede do homem uma assimilação da vida divina. Ideal nobilíssimo, quanto mais o seja, mas que supera totalmente as forças humanas. Por isso, na sua inefável bondade, Deus nos enviou um modelo: seu próprio filho, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Para que ele fosse dos nossos, de nossa raça, nosso irmão, podendo legitimamente nos representar, deu-lhe uma natureza humana, formada do puríssimo sangue da Santíssima Virgem Maria; fê-lo nascer de mulher, como os demais homens, de maneira que a todo homem, ao vir a este mundo, Ele pudesse ser apresentado como o protótipo de santidade. Conclui-se que o homem se santifica na medida em que reproduz, na sua vida, a maneira de viver de Nosso Senhor Jesus Cristo.
601790_489837227756913_570916993_nDisse alguém que nenhum homem é uma ilha, pois todo indivíduo se acha no seio de uma sociedade doméstica ou sua sucedânea, através da qual ele ingressa na grande sociedade civil. Jesus Cristo não fugiu à regra. Como homem, teve também sua sociedade mais íntima, seus familiares.
É o que se lê em diversos lugares da Sagrada Escritura.
É a São José que o anjo aparece para recomendar-lhe que fuja à ira de Herodes. É ao mesmo São José que, morto o monstro, o anjo adverte que retorne a Canaã com a Sagrada Família.
Maria Santíssima queixa-se a Jesus o ter-se afastado dela e de seu pai quando permaneceu no Templo, aos 12 anos. E a Sagrada Escritura diz igualmente que em Nazaré, Jesus era simplesmente o Filho do Carpinteiro.
Costuma-se dizer que São José é o Pai putativo, Pai nutrício, Pai legal, etc., de Jesus Cristo. Todas expressões verdadeiras, mas que terminam encobrindo o conceito mais profundo e exato de paternidade de São José. Pois que ele é de fato o pai da família nazaretana. E a razão exata porque São José é o pai da família nazaretana, é porque é o verdadeiro esposo de Maria Santíssima, a mãe daquela abençoada família. E como esposo legítimo e verdadeiro, participa da maternidade que sua esposa tem com relação aos frutos de seu seio, ainda que virginais.
Da posição de São José na Sagrada Família decorre o esplendor singular da sua pessoa e a extensão e valor do seu patrocínio.
Com justiça foi declarado por Pio IX patrono da Igreja Universal. E a Santa Igreja recomenda aos fiéis que se acolham sob seu patrocínio. Especialmente como patrono da boa morte é ele invocado, uma vez que teve a ventura de morrer nos braços de Jesus e de Maria Santíssima.
Dom Antonio de Castro Mayer, Heri et Hodie, março de 1986.

Papa nomeia novo Bispo para a Diocese de Palmares (PE)

O Papa Francisco nomeou hoje, 19, Dom Henrique Soares da Costa, como bispo de Palmares (PE), transferindo-o da arquidiocese de Aracajú (SE), onde era bispo auxiliar. A diocese estava vacante após renúncia de Dom Genival Saraiva de França, acolhida pelo Papa Francisco, conforme prevê o Código do Direito Canônico.
Dom Henrique Soares da Costa nasceu em 11 de abril de 1963, em Penedo (AL). Recebeu a ordenação presbiteral no dia 15 de agosto de 1992. Foi nomeado bispo pelo Papa Bento XVI em 1º de abril de 2009, sendo ordenado em 16 de junho do mesmo ano. Seu lema episcopal é “Apascentar em Cristo”.
Formação
O novo bispo de Palmares (PE) é formado em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas. Cursou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma (1993-1994). Possui mestrado em Teologia Dogmática com ênfase aos estudos da eclesiologia.
Trajetória
Na arquidiocese de Maceió, foi membro do Conselho Presbiteral, do Cabido Metropolitano, do Colégio de Consultores; Vigário Episcopal para os leigos e coordenador da Comissão de Formação Política e responsável pelos diáconos permanentes. Atuou como professor de teologia no Seminário Provincial de Maceió e no Curso de Teologia do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac). Lecionou, ainda, no Instituto Franciscano de Teologia, em Olinda, e no Instituto Sedes Sapientiae, em Recife. Foi vigário episcopal para os leigos, membro do Cabido dos Cônegos da Catedral  e coordenador da Comissão de Formação Política.

domingo, 16 de março de 2014

Papa convida os fiéis a levar sempre o Evangelho no bolso

O Papa Francisco pediu aos fiéis que sempre tenham um exemplar do Evangelho "no bolso" para que possam fazer a leitura "a qualquer hora do dia". "Vocês leem todos os dias uma passagem do Evangelho?", perguntou o Papa à multidão reunida na praça de São Pedro do Vaticano. "Vejo que a resposta é metade e metade", disse, depois da reação da multidão.
Francisco pediu então aos fiéis que tenham no bolso um pequeno livro com os quatro evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) ou pelo menos um deles para "para poder ler um pequeno trecho a qualquer hora do dia".
Após um retiro espiritual nas colinas fora de Roma com os cardeais, Francisco insistiu sobre os dois movimentos complementares: a "subida" à montanha em um "espaço de silêncio (...) para nos reencontrarmos com nós mesmos e perceber melhor a voz do Senhor" e depois a "descida".
"Não podemos ficar ali! O encontro com Deus na oração nos estimula novamente a 'descer da montanha' e a voltar para baixo, para a planície, onde nos encontramos com muitos irmãos afetados por fadigas, injustiças, pobreza material e espiritual", completou.
O papa também saudou a Comunidade Papa João XXIII, que organiza na próxima sexta-feira uma "Via-Crúcis" pelas ruas de Roma em favor das "mulheres vítimas de maus-tratos".

2ª Semana do nosso RETIRO ONLINE nesta QUARESMA! Assista e divulgue!!!