terça-feira, 21 de julho de 2015

Visita Pastoral do nosso Bispo

Esta semana a partir de quarta feira o Bispo Dom Frei Manoel Delson, OFM,Cap, estará fazendo uma visita a Paróquia Sagrada Família, confira agora a programação e sinta-se convidado a participar.




O Fundamentalismo…Cristão! Pastor faz fiéis comerem cobra e garante: “Vai virar chocolate”. Que falta faz O Magistério focado na fé e na razão!

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O pastor Penuel Tshepo, que se auto intitula “profeta”, é líder do ministério Discípulos do Final dos Tempos. Em sua igreja na cidade de Pretória, na África do Sul, ele já fez muitas coisas polêmicas, como ensinar as pessoas a tirar as roupas para que ele pudesse sentar sobre seus corpos nus para orar por elas por cura.
Novamente ele chamou atenção da imprensa por fazer algo bizarro no culto. Segundo o jornal inglês Metro ele está fazendo os fiéis engolirem cobras vivas. Mais estranho ainda é o fato de ele ensinar que elas se transformarão milagrosamente em chocolate em contato com a boca.
Em sua página no Facebook, Penuel justifica que tudo isso funciona por causa da fé dos seus seguidores. Seu ensino é que o crente possui “autoridade” para mudar qualquer coisa e isso acontece quando se aprende a exercer essa autoridade.
Existem várias fotos e depoimentos sobre a prática. “Eu fiz o que me mandaram. Comi e senti gosto de chocolate. Era diferente, mas era bom”, afirmou um fiel.
Outro membro da igreja, explica “Eu não tinha muita segurança da primeira vez, mas quando mordi a cobra, percebi que era o melhor chocolate que já havia comido”.
No Facebook, o texto que acompanha as fotos diz que é uma demonstração do poder de Deus e cita inclusive o versículo de Romanos 14:2 “Um crê que pode comer de tudo; já outro, cuja fé é fraca, come apenas alimentos vegetais”.
O controverso Penuel já ensinou os membros de sua igreja a beber gasolina e comer pedaços de pano para serem abençoados.  Esse tipo de prática parece ser popular em igrejas de Pretória.
Ano passado o pastor Lesego Daniel, do Ministério Centro Raboni, na mesma região, ficou mundialmente conhecido por ensinar os fiéis de sua congregação a comer grama por que, desta maneira, poderiam estar “mais perto de Deus”.
Meses depois, divulgou um vídeo onde pega uma garrafa contendo gasolina e ensina a congregação que, pela fé, o conteúdo da garrafa se transformaria em suco de abacaxi. Muitos fiéis aceitaram o desafio e beberam o líquido testificando que ocorrera uma transformação milagrosa.

Cristianismo continua sendo a maior religião do mundo, aponta Instituto americano de pesquisa global

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Dentro da teologia existe uma área específica que estuda a propagação do evangelho e o avanço da igreja, chamada de missiologia. Uma das revistas especializadas neste estudo, o Boletim Internacional de Pesquisa Missionária (IBMR na sua sigla em Inglês) publica há 31 anos um levantamento das estatísticas religiosas em todo o mundo.
O cuidadoso trabalho é feito pelo prestigiado Seminário evangélico Teológico Gordon Conwell através do seu Centro Para Estudo do Cristianismo Global.
Os dados de 2015 indicam que a Igreja cristã está crescendo mais lentamente na Europa e América do Norte, mantendo a tendência de anos anteriores. Desde 1900, a Igreja na Europa testemunhou um aumento de 52,2%, chegando a 559.900.000 em 2015. No entanto, a população mundial cresceu 78% no mesmo período.
Por outro lado, a Igreja continua experimentado um crescimento dramático e explosivo na Ásia, na África e na América do Sul. Por exemplo, em 1900 havia menos de 9 milhões de cristãos africanos. Existem hoje mais de 541 milhões. Nos últimos 15 anos, a Igreja na África aumentou 51%.
De modo geral, o cristianismo se mantém como a maior religião do mundo, ao menos nominalmente. As estatísticas consideram como parte do cristianismo todos que assim se denominam, incluindo protestantes, católicos e ortodoxos.
Existem mais de 2,4 bilhões de cristãos em todo o mundo, pouco mais de um terço do total da população mundial. O Islã ocupa o segundo lugar, com 1,7 bilhão de fiéis. De acordo com este estudo, existem cerca de 136.400 mil ateus no mundo, ou 1,8% da população mundial.
A estudiosa Molly Wall explica: “De modo geral, o mundo está se tornando cada vez mais religioso, e lugares historicamente não religiosos (antigos países comunistas, especialmente a China) agora veem suas populações declarando-se religioso novamente e os números globais refletem essa mudança.”
O relatório anual faz projeções para o ano 2050 levando em conta as tendências atuais. Entre os dados levantados, confirma-se a tendência de concentração urbana nas chamadas megacidades (mais de um milhão de habitantes).
Também existem estudos específicos sobre a Igreja cristã, desde o número de templos até o número de Bíblias. No quesito “não evangelizadas” leva-se em conta a impossibilidade de uma pessoa ter contato com o evangelho a qualquer hora do dia seja ouvindo, lendo ou encontrando com um cristão.
Veja abaixo uma versão resumida do estudo. ( O Instituto é evangélico, por isso alguns dados são dessa realidade cristã)
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Fonte: Gospel Prime

sábado, 11 de julho de 2015

Por que chamamos a Virgem Maria de Nossa Senhora?

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O título de Senhor e Senhora, desde os primeiros séculos do Cristianismo, eram usados para os senhores de escravos, muito comum naquele tempo. Dentro desse contexto, a Virgem Maria disse ao anjo: “Eis aqui a escrava do Senhor” (Lc 1, 38).

Mas “Jesus é o Senhor”, como disse São Paulo (Fl 2,11); é o Rei dos Reis; e Sua Mãe é Rainha por consequência. Por isso, a Igreja entendeu que deveria chama-lá de Senhora. Os súditos do Rei eram também servos da Rainha. Ora, se somos súditos de Jesus, o somos também de Maria. A Ladainha Lauretana chama a Virgem Maria de Rainha dos Anjos, Rainha dos Santos, Rainha dos Apóstolos, Rainha dos Mártires, Rainha dos Confessores, Rainha da Virgens, Rainha dos Profetas. Ora, toda Rainha é Senhora em seu reino.
A Virgem Maria é aquela “cheia do Espírito Santo”, como a saudou sua prima Santa Isabel, que em alta voz disse: “Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1,42). Ela é “a filha predileta de Deus”, diz o Concílio Vaticano II (LG n. 53), “aquela que, na Santa Igreja, ocupa o lugar mais alto depois de Cristo e o mais perto de nós” (Lumen Gentium, n. 54).
São Bernardo, doutor da Igreja, o apaixonado cantor da Virgem Maria, no Sermão 47 diz: “Ave Maria, cheia de graça, porque é agradável a Deus, aos anjos e aos homens. Aos homens, por causa de sua fecundidade; aos anjos, por sua virgindade; a Deus por sua humildade. Ela mesma atesta que Deus olhou para ela porque viu sua humildade”.
São Tomas de Aquino afirmou: “A bem-aventurada Virgem Maria, pelo fato de ser Mãe de Deus, tem uma espécie de dignidade infinita por causa do bem infinito que é Deus”. Ela é Senhora!
“A graça que adornou a Santíssima Virgem sobrepujou não só a de cada um em particular, mas a de todos os santos reunidos”, afirma Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja. Por isso ela cantou no Magnificat: “Desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo…” (Lc 1,42). Ela é Senhora!
Maria é um “espelho especialíssimo de Deus”, diz São Tomás de Aquino: “Os outros santos são exemplos de virtudes particulares: um foi humilde, outro casto, outro misericordioso, e assim nos são oferecidos como exemplos de uma virtude. Mas a bem-aventurada Virgem é exemplo de todas as virtudes”, diz o santo.
São Bernardo e Santo Antônio, doutores da Igreja, afirmam que, “para ser eleita e destinada à dignidade de Mãe de Deus, devia a Santíssima Virgem possuir uma perfeição tão grande e consumada que nela excedesse todas as outras criaturas”. Ela é Nossa Senhora!
“Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado” (Mt 23,12). Repetiu várias vezes o Senhor. Logo que Deus determinou fazer-se Homem para redimir o homem decaído e assim manifestar ao mundo Sua misericórdia infinita, certamente buscava entre todas as mulheres aquela que fosse a mais santa e humilde para ser Sua Mãe. Como diz o Livro dos Cânticos: “Há um sem número de virgens (a meu serviço), mas uma só é a minha pomba, a minha eleita” (Ct 6, 8-9).
Foi por sua imensa humildade que Deus tanto exaltou Maria e a fez Sua Mãe, Rainha e Senhora nossa. E a própria Virgem diz no seu canto: “porque olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1,48).
Foi essa “humildade” profunda e real que tanto encantou o coração de Deus, fez com que a elegesse a “bendita entre as mulheres”, Sua Mãe, nossa Mãe e Senhora.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Excepcionalmente hoje na Paróquia Sagrada Família, em Campina Grande:


Francisco América do Sul: viver segundo "a lógica do tomar, bendizer e entregar"

2015-07-09 Rádio Vaticana

Santa Cruz dela Sierra (RV) – No primeiro compromisso desta quinta-feira (09/07) na Bolívia, o Papa Francisco encontrou os fieis na grande Praça do Cristo Redentor. Um espaço que pode acolher cerca de 2 milhões de pessoas e onde se encontra uma gigantesca estátua em bronze do Cristo Redentor de Santa Cruz, criada por EmilioLuján há mais de 50 anos. Símbolo da cidade, em 2013 a obra foi declarada Patrimônio do Estado.
A celebração eucarística presidida pelo Pontífice no local abriu o V Congresso Eucarístico Nacional. As orações da celebração foram feitas em espanhol e nas línguas indígenas guarani, quéchua e aimará.
Homilia
Na homilia, Papa Francisco começou reconhecendo o esforço dos fieis em participar da missa para ouvir a Palavra, como descrevia o Evangelho, “para celebrar a presença viva de Deus” e para “estarmos juntos como Povo Santo”. Muitas vezes “experimentando o cansaço do caminho”, pois “não são poucas as vezes que nos faltam as forças para manter viva a esperança”.
"Me comovo quando vejo muitas mães, como vocês fazem aqui, carregando seus filhos nas costas. Carregando sobre si a vida, o futuro do seu povo. Carregando os motivos da sua alegria, as suas esperanças. Carregando a bênção da terra nos frutos. Carregando o trabalho feito com as suas mãos. Mãos, que moldaram o presente e tecerão os sonhos do amanhã. Mas carregando também sobre os seus ombros decepções, tristezas e amarguras, a injustiça que parece não ter fim e as cicatrizes de uma justiça não realizada. Carregando sobre si mesmas a alegria e a dor de uma terra. Carregais sobre vós a memória do vosso povo. Porque os povos têm memória, uma memória que passa de geração em geração, os povos têm uma memória em caminho."
Lógicas de Comunhão
Papa Francisco fez referência aos ‘corações desesperados’, onde “é muito fácil ganhar espaço a lógica que pretende se impor no mundo de hoje. Uma lógica que procura transformar tudo em objeto de troca, de consumo, tudo negociável”.
"Jesus continua a nos dizer nesta praça: Sim, basta de descartes; dai-lhes vós mesmos de comer. O olhar de Jesus não aceita uma lógica, uma perspectiva que sempre ‘corta o fio’ pelo ponto mais frágil, mais necessitado. Tomando ‘o pedaço’, Ele mesmo nos dá o exemplo, nos mostra o caminho. Uma atitude em três palavras: toma um pouco de pão e alguns peixes, bendiz a Deus por eles, divide-os e entrega para que os discípulos os partilhem com os outros. Esse é o caminho do milagre. Por certo, não é magia nem idolatria. Por meio dessas três ações, Jesus consegue transformar a lógica do descarte numa lógica de comunhão, de comunidade."
'Tomar'
E, assim, Francisco destacou cada uma das lógicas de comunhão. A primeira de ‘tomar’, de levar a sério a vida dos irmãos, considerando e valorizando eles.
"Fixa-os nos olhos e, nesses, conhece a sua vida, os seus sentimentos. Vê, naquele olhar, o que pulsa e o que deixou de pulsar na memória e no coração do seu povo. Considera-o e valoriza-o. Valoriza todo o bem que possam oferecer, todo o bem a partir do qual se possa construir."
'Bendizer'
A segunda lógica de comunhão: a de ‘bendizer’ os dons que são presentes de Deus.
"Aquele ato de bendizer tem essa dupla perspectiva: por um lado, agradecer, e, por outro, transformar. É reconhecer que a vida é sempre um dom, um presente que, colocado nas mãos de Deus, adquire uma força de multiplicação. O nosso Pai não nos tira nada, multiplica tudo."
'Entregar'
A última ação de transformação citada pelo Papa é o do ‘entregar’, já que viver “juntos o seguimento de Jesus”, “nos dá a certeza de que aquilo que temos e somos, se tomado, abençoado e se é entregue, pelo poder de Deus, pelo poder do seu amor, se transforma em pão de vida para os outros”.
"Em Jesus, não existe um tomar que não seja uma bênção, nem uma bênção que não seja entrega. A bênção é sempre missão, tem um destino: repartir, partilhar o que se recebeu, uma vez que só na entrega, no com-partilhar é que as pessoas encontram a fonte da alegria e a experiência da salvação."
(AC)